SEGURANÇA

Dentista que foi filmado ao morder jovem em academia é indiciado por lesão corporal e importunação sexual, em Rio Verde
Câmeras de segurança registraram o momento em que o homem mordeu a mulher de 24 anos. Defesa do suspeito afirmou que só vai comentar o caso quando tiver conhecimento integral do que consta na investigação


Homem morde mulher em academia - Foto: Reprodução

Com o fim das investigações da Polícia Civil, o dentista suspeito de morder uma mulher no ombro em uma academia de Rio Verde, no sudoeste de Goiás, foi indiciado pelos crimes de lesão corporal e importunação sexual. Câmeras de segurança registraram o momento em que Eduardo Furquim Silva mordeu a mulher de 24 anos.

Segundo a Polícia Civil, o homem de 31 anos irá responder pelo crime de lesão corporal por ter mordido a mulher e chegado a causar um ferimento em seu braço.

Já quanto ao crime de importunação sexual, a delegada responsável pelo caso, Taíssa Antonella, justifica que, antes da mordida, o homem teria observado a jovem antes do fato e encostado de propósito no corpo da mulher ao passar atrás dela.

"Ele passa por trás da vítima roçando no corpo dela, posteriormente ele volta após chamar atenção dela e acaba desferindo a mordida", explica a delegada.

Eduardo chegou a comparecer à delegacia duas vezes durante a investigação, mas em ambas as ocasiões preferiu ficado em silêncio. A defesa do suspeito afirmou que só vai comentar o caso quando tiver conhecimento integral do que consta na investigação.

Mordida em academia

A mulher de 24 anos foi mordida em uma academia de Rio Verde no dia 13 de abril, mas o caso só veio a tona no dia 25. As filmagens das câmeras de segurança do estabelecimento mostram que, após a agressão, o homem voltou a treinar normalmente.

Após o ocorrido, a jovem contou ter ficado assustada com o episódio e ressaltou que não conhecia o homem que a mordeu. Ela ainda explicou que o dia da agressão foi sua primeira vez no estabelecimento.

"Eu fiquei muito assustada. Eu só falava: Ele me mordeu. Até que a ficha caiu, eu já estava em casa ", relembra a mulher.

Para a jovem, o que mais a assustou, foi a reação do agressor.

"Ele ficava rindo. Ele pedia desculpa, mas rindo, como se fosse uma brincadeira", complementa.

Durante as investigações, a Polícia Civil ouviu testemunhas que presenciaram a cena. À academia, o homem, que não frequenta mais o estabelecimento, caracterizou o ato como um "engano" e pediu desculpas pelo constrangimento.
 


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